11 seu número de impressão (do “eu” para o mundo)
este número intrigante e inspirador indica sempre alguém que é o centro das atenções.
Os “11” devem trabalhar para benefício de todos. Têm fortes poderes psíquicos e podem tornar-se médiuns, pregadores e líderes religiosos.
Devem viver uma vida pura para realizar seus propósitos.
Precisam ser honestos, ter fé em Deus e compartilhar a verdade que conhecem.
O que estas pessoas sabem vem dos antigos - são as Velhas Almas, que têm amplos conhecimentos. Fazem tudo o que podem para iluminar os demais.
11 seu número do caminho da vida (o que cá vim fazer "missão")
inspiração é a palavra-chave deste caminho.
Este é um Número Mestre e espera-se muito de si.
Seu lugar é diante do público, no centro das atenções, talvez como conferencista, pregador, diplomata, embaixador, crítico ou conselheiro espiritual na área de metafísica.
Você é intuitivo, inteligente, de temperamento artístico e filosófico. É um idealista e tem habilidades psíquicas.
A ambição pessoal pode ser a sua ruína, pois o sucesso vem de seu conhecimento, inspiração, revelação, e liderança em relação à humanidade. Seu exemplo de vida inspira as pessoas e, por isso, transforme-o na verdade que lhe é revelada. Pode ser artista, cientista, professor, psicólogo, escritor, reformador, terapeuta, alguém que promove a paz,ou outras actividades que inspire ou outros.
não falo (grito) não como (devoro) não crio (construo) não escrevo! mesmo! dou é muitos erros!!!(e quero continuar a dar muitos... talvez... assim... dê cada vez melhor!)
Friday, October 26, 2007
Wednesday, October 24, 2007
me, my self and I (em busca de outros sinónimos1)
Mara
vocábulo hebraico que significa "amargo"
Mónica
grego tardio "monikos" significa "sozinho"
mnica;*
há uns anos, imaturos e inexperientes por sinal, o "hotmail" não aceitou o "ó" e ficou "mnica"
o ;*... são beijinhos!
vocábulo hebraico que significa "amargo"
Mónica
grego tardio "monikos" significa "sozinho"
mnica;*
há uns anos, imaturos e inexperientes por sinal, o "hotmail" não aceitou o "ó" e ficou "mnica"
o ;*... são beijinhos!
Thursday, October 18, 2007
Aquela cadela virada pro mar
Roam-se.Roam-se de inveja!
É só uma história, são só uns charutos, mas as linhas da alma são digitais que só na alma deixam impressões de carinho, carácter e afecto.
São pequenos gigantes gestos, que nos fazem, de tão fácil maneira, sentir lembrados e afagados, num peito tantas vezes levado em caricatura de uma alma de outro mundo.
Sim... outro mundo, pois são poucos os que elejo como “acima do comum dos mortais”.
Porque a nobreza social e cúmplice da discórdia pouco institucional são âmago de quem é considerado sonhador!
E só digo obrigada! Hoje fizeste de mim uma “Julieta”, mas que cada uma das nossas histórias tenham o brilhantismo da tua escrita ácida com a melodia que tento que a minha tenha...
Sim... outro mundo, pois são poucos os que elejo como “acima do comum dos mortais”.
Porque a nobreza social e cúmplice da discórdia pouco institucional são âmago de quem é considerado sonhador!
E só digo obrigada! Hoje fizeste de mim uma “Julieta”, mas que cada uma das nossas histórias tenham o brilhantismo da tua escrita ácida com a melodia que tento que a minha tenha...
Jinhos ;*
Wednesday, September 05, 2007
Inquebrável
Ossos...
Tudo em volta de ossos... desta feita é mais gesso, entenda-se...
Mas é a moral, a seiva empírica desta estrutura de massa mole e musculosa, orientada por essas peças de Lego, experiências Dele e da Mãe Natura, é essa que não quebra!
Atenta às histórias de canalha de chucha em cantos do chão ou da boca, tantas e quantas vezes ouvi a firmeza de carácter que fez dela meu berço do nada à rabugice da fralda.
É o ser “empregada de servir” na Ericeira, ainda com 9 anos... sem perceber nem como nem de que jeito, lá se viu ela a lavar louça estranha, em casa alheia e a levar cacetada pois balbuciou a oração que a “patroa” tentava ensinar ao filho – “empregada não ouve conversa de patrão”...
É o fugir desta que 2 anos depois descobre a mãe, já sem razão a guiá-la, e assume, a sua total e incondicional tarefa de enfermeira...
É com 15 anos que cuida de um pai machista que mesmo quando esta lhe faz curativo à perna gangrenada que o sentou naquela cadeira à já vários Outonos, que é ainda insultada como se uma vadia se tratasse - faz lembrar o cão que morde a mão que o alimenta... mas insistentemente lhe procura o pedaço mais suculento para o prato...
É o ser mãe que de esperanças se vê obrigada a um sistema militar que lhe rouba o calor da cama por cerca de 24 meses e no meio, a esperança esvaísse no parto que a parteira avisa que nada houve a fazer...
É o esconder facalhões entre o colo e a febril cria e sair já mascarada de fera para procurar o companheiro em reuniões dum partido qualquer proibido em tempos de População Ingénua Desiste Estóica .
É o abraçar a certeza de mais uma boca para comer... foi um tal tentar contrariar, mas “vaso ruim não quebra” que cá me fiz presente, com uma garota de 5 anos para alimentar e um pai, que de meio em meio mês, se faz ao hospital para estudo do seu vermelho sangue urinado que da razão não há sinal e o homem escoasse todos os dias, e a fonte, a este ritmo, vai secar...
É o “segurar as telhas” em tempestades de algibeira sem que o pão falte, mesmo que as sopas de leite sejam o único jantar que tenhas...
É... é porque por muitos os anos que cresçam em forma de camada de pó nas caixinhas que guardam estas histórias, a verdade, é que ela É! É, foi e será!
E é isso que faz com que seja para ela tão difícil aceitar que, agora de braço agasalhado a mistura de algodão e gesso, agora é a minha vez! A minha vez de dar, de ajudar, de cozinhar, limpar, lavar e passar... pois ela não sabe aceitar que agora tem quem a ajude!
Tudo em volta de ossos... desta feita é mais gesso, entenda-se...
Mas é a moral, a seiva empírica desta estrutura de massa mole e musculosa, orientada por essas peças de Lego, experiências Dele e da Mãe Natura, é essa que não quebra!
Atenta às histórias de canalha de chucha em cantos do chão ou da boca, tantas e quantas vezes ouvi a firmeza de carácter que fez dela meu berço do nada à rabugice da fralda.
É o ser “empregada de servir” na Ericeira, ainda com 9 anos... sem perceber nem como nem de que jeito, lá se viu ela a lavar louça estranha, em casa alheia e a levar cacetada pois balbuciou a oração que a “patroa” tentava ensinar ao filho – “empregada não ouve conversa de patrão”...
É o fugir desta que 2 anos depois descobre a mãe, já sem razão a guiá-la, e assume, a sua total e incondicional tarefa de enfermeira...
É com 15 anos que cuida de um pai machista que mesmo quando esta lhe faz curativo à perna gangrenada que o sentou naquela cadeira à já vários Outonos, que é ainda insultada como se uma vadia se tratasse - faz lembrar o cão que morde a mão que o alimenta... mas insistentemente lhe procura o pedaço mais suculento para o prato...
É o ser mãe que de esperanças se vê obrigada a um sistema militar que lhe rouba o calor da cama por cerca de 24 meses e no meio, a esperança esvaísse no parto que a parteira avisa que nada houve a fazer...
É o esconder facalhões entre o colo e a febril cria e sair já mascarada de fera para procurar o companheiro em reuniões dum partido qualquer proibido em tempos de População Ingénua Desiste Estóica .
É o abraçar a certeza de mais uma boca para comer... foi um tal tentar contrariar, mas “vaso ruim não quebra” que cá me fiz presente, com uma garota de 5 anos para alimentar e um pai, que de meio em meio mês, se faz ao hospital para estudo do seu vermelho sangue urinado que da razão não há sinal e o homem escoasse todos os dias, e a fonte, a este ritmo, vai secar...
É o “segurar as telhas” em tempestades de algibeira sem que o pão falte, mesmo que as sopas de leite sejam o único jantar que tenhas...
É... é porque por muitos os anos que cresçam em forma de camada de pó nas caixinhas que guardam estas histórias, a verdade, é que ela É! É, foi e será!
E é isso que faz com que seja para ela tão difícil aceitar que, agora de braço agasalhado a mistura de algodão e gesso, agora é a minha vez! A minha vez de dar, de ajudar, de cozinhar, limpar, lavar e passar... pois ela não sabe aceitar que agora tem quem a ajude!
Wednesday, July 25, 2007
Adoptei um amigo!
Era amiúde que aqui deveria vir!
Talvez para purgar a alma e coração de mágoas para curar!
Mas este muro não é só de sombra imerso. Tem o seu lado celeste e angelical que se faz de alegrias e lágrimas de corar.
E aqui se equilibram, neste gume que ora atrai ora repele, as vicissitudes deste “Conde de Contar”
Mas a homenagem até aqui prometida vai para os amigos.
Aos que já foram – porque o vai e vem é das marés, e incorrendo em plágio “nos somos 70% de água”
Aos que eu deixei ir... porque não são perfeitos mas há defeitos com os quais eu não consigo lidar.
Aos que estão – que eu tão pouco vejo, mas que os carrego no coração. Que o trabalho (como agora... tantos metros de vinil ainda por cortar e já bateram as 22h30m...), as 24 horas do dia e a saúde tantas vezes ma impede de os agraciar com uma piada e chatear com a minha
ingenuidade ou casmurrice.
E a um novo: o meu Canito! E se se diz que este é “o melhor amigo do Homem” desta feita a prenda é minha e é com carinho que o tento agradar.
É um cão muito educado, que ou perdeu o rumo de casa, ou o seu dono fez de um todo para o enganar. Apareceu à cerca de 4 meses na Casa de Oliveira de Frades e não fosse andar a estragar os canteiros de linho do Sr. F ainda por lá andaria, solto que nem um passarinho!!!
Os danos eram a sua sentença (o mais provável – de morte). Mas a sua simpatia e um anjinho que sussurrou ao coração do meu pai, permitiu um pouco mais de paciência e eu acolhi-o.
Já tem vacinas e licença. Deram-lhe uns 2 anos de idade. Não gosta de andar de carro e entre a entrada ao portão e a chegada à porta da cozinha tenho que parar pelo menos 4 vezes para lhe fazer uma festa!
Não se vê dejectos e porcarias em lado nenhum e chora muito ao ver a minha mãe ir trabalhar! Tem um amigo – o que já lhe proporcionou uns açoites pelas fugas!!! É simpático e quase mudo – pois só ladra e uiva se estiver preso por coleira ou o deixarem sozinho.
Talvez para purgar a alma e coração de mágoas para curar!
Mas este muro não é só de sombra imerso. Tem o seu lado celeste e angelical que se faz de alegrias e lágrimas de corar.
E aqui se equilibram, neste gume que ora atrai ora repele, as vicissitudes deste “Conde de Contar”
Mas a homenagem até aqui prometida vai para os amigos.
Aos que já foram – porque o vai e vem é das marés, e incorrendo em plágio “nos somos 70% de água”
Aos que eu deixei ir... porque não são perfeitos mas há defeitos com os quais eu não consigo lidar.
Aos que estão – que eu tão pouco vejo, mas que os carrego no coração. Que o trabalho (como agora... tantos metros de vinil ainda por cortar e já bateram as 22h30m...), as 24 horas do dia e a saúde tantas vezes ma impede de os agraciar com uma piada e chatear com a minha
E a um novo: o meu Canito! E se se diz que este é “o melhor amigo do Homem” desta feita a prenda é minha e é com carinho que o tento agradar.
É um cão muito educado, que ou perdeu o rumo de casa, ou o seu dono fez de um todo para o enganar. Apareceu à cerca de 4 meses na Casa de Oliveira de Frades e não fosse andar a estragar os canteiros de linho do Sr. F ainda por lá andaria, solto que nem um passarinho!!!
Os danos eram a sua sentença (o mais provável – de morte). Mas a sua simpatia e um anjinho que sussurrou ao coração do meu pai, permitiu um pouco mais de paciência e eu acolhi-o.
Já tem vacinas e licença. Deram-lhe uns 2 anos de idade. Não gosta de andar de carro e entre a entrada ao portão e a chegada à porta da cozinha tenho que parar pelo menos 4 vezes para lhe fazer uma festa!
Não se vê dejectos e porcarias em lado nenhum e chora muito ao ver a minha mãe ir trabalhar! Tem um amigo – o que já lhe proporcionou uns açoites pelas fugas!!! É simpático e quase mudo – pois só ladra e uiva se estiver preso por coleira ou o deixarem sozinho.
Nunca pensei em ter um Cão. Quem diria...
Tuesday, June 19, 2007
Wednesday, June 13, 2007
o norte a sul
Devo ter o meu Norte ao contrário.Os cientistas já previram a inversão do polo norte magnético daqui a uns anitos valentes, como há já uns outros tantos passados aconteceu...
Eu, neste preciso momento, sinto que já o fiz!
Nesta realidade parece que ando ao contrário... já sei que tenho a mania das batalhas morais, que remo sem saber nadar, contra a corrente... que sou voluntariosa em excesso... que me preocupo em demasia... que tenho a mania que, não sendo perfeita, e mesmo sabendo que nem eu nem o resto do mundo vai ficar perfeito, vale a pena tentar... acreditando que tentando algo vai melhorar...
O que deveria dizer agora é que vou deixar-me levar... passar a ser igual aos outros: menos em tudo, regida pela lei do menor esforço! Afinal “pessoas inteligentes são preguiçosas”...
Dane-se a preguiça e a inteligência.
Dane-se o status e a arrogância.
Dane-se o resto da corrente!
Morremos e fica cá tudo!
Porquê preocuparem-se com o carro, a casa, o fato ou a camisa!
Eu tinha como sonho ficar na memória... que alguém, algum dia, se lembrasse de algo que fiz ou que disse e que isso fosse útil para algo que esse alguém precisasse...
Dane-se.
Neste mundo, quase ninguém quer saber de alguém. Estão todos muito concentrados na sua carreira, nas suas férias, nas suas dores, no seu grande e inchado umbigo!
Hoje tou de rastos... amanhã... talvez ainda esteja... mas, e como sempre, hei-de enxugar as lágrimas que voltaram a insistir e persistir, e voltarei a estupidamente acreditar que pode ser melhor... hoje já não!
Tuesday, June 12, 2007
aviso à navegação
"namorado" que aceita incondicional ajuda de "amiga" Tenha cuidadinho! Se não sabe o que quer: pare, pense e decida!
Se têm algum problema a resolver: sentem-se, conversem, resolvam e comuniquem!
Aí, a namorada enfia a violinha no saco e de trocha a tiracol, vai à vidinha, não chateia ninguém, mas não a façam de palhaça , pois a idade disso já passou!
"amiga" que gosta muito de ajudar "o namorado"
Aha e tal estás a colaborar para o melhor fim... pôe-te é a toques que se queres ajudar, tem cuidado como o fazes... este terreno ainda não é teu... ainda!
sê amiga, mas não te estiques que levas um sopapo que ficas a arrotar a presunto...
Tuesday, June 05, 2007
em consciência
Quinta –feira é dia de Comunhão (e) de corpo (de Deus)... de ti, de mim, de nós em conjunto, num cerimonial de que mal me lembro e que de verdade também não sinto...
Requisitados os meus dotes culinários, aguardam-me horas a fio (de ovos) de fogão e forno (ventre fecundo). Farinha fermentada (elixires de crescimento ou decantados em destilarias), açúcares condimentados (das vagens aos mascavados), folares folhados a mil folhas comprados...
Mas sinto-me inocente! Conscientemente inocente!
Porque só precisava dar 1 horita do meu tempo, mas fico feliz por poder dar um coração inteiro...
Porque a emoção que agora me corre nas veias é a gratidão de me sentir precisa...
Alguém me acusava de ser dependente... sim!
Agora confesso: dependente de me sentir entre... enquanto... presente... permanente... constante... no meio... em comunhão com este arquipélago banhado por um mar de gente...
Requisitados os meus dotes culinários, aguardam-me horas a fio (de ovos) de fogão e forno (ventre fecundo). Farinha fermentada (elixires de crescimento ou decantados em destilarias), açúcares condimentados (das vagens aos mascavados), folares folhados a mil folhas comprados...

Mas sinto-me inocente! Conscientemente inocente!
Porque só precisava dar 1 horita do meu tempo, mas fico feliz por poder dar um coração inteiro...
Porque a emoção que agora me corre nas veias é a gratidão de me sentir precisa...
Alguém me acusava de ser dependente... sim!
Agora confesso: dependente de me sentir entre... enquanto... presente... permanente... constante... no meio... em comunhão com este arquipélago banhado por um mar de gente...
Monday, May 14, 2007
sempre a correr
Estamos na era dos instantâneos.Vidas autocolantes!
Todos vamos tentando pintar a traços mais ou menos firmes, mais ou menos plásticos, as linhas de orientação desta perspectiva de vida que vamos fazendo...
Mas outros preferem a colagem! Copia-se da revista, da TV, do vizinho que comprou um carro, mas o meu tem de ser melhor... E tal como na pintura, nestes minutos que somam horas é preciso grande domínio ético ( a estética do comuns mortais) para não falhar e cometer plágio.
Estamos na era dos instantâneos.
E tudo muda de figura num contrato a termo certo!
O tempo que uma ressaca leva desde o entusiasmo à queda quadrada numa sanita ou árvore qualquer.
Desde o momento em que pegamos numa bicicleta até à hora de cairmos com ela.
Estamos na era dos instantâneos.
A vida inteira (ou a perspectiva dela) num espaço de nada!
Preocupa-me notícias de casamentos decididos no vislumbre de um encanto fresco e renovador, no tempo em que ainda se anda apaixonado e não amigo e amado, encanto de namoro que é alimentado ainda a mel doce de um recolhimento breve... quase que só o tempo de um cigarro!

Estamos na era dos instantâneos.
Tudo é como o flash das máquinas fotográficas: ofuscante e rápido!
Espero que não risquemos do mapa o tempo de pensar e decidir. Certas letras me contaram que a decisão não é tomada por ninguém... nós é que somos tomados por ela... mas se não a deixarmos tomar posse por ausência de plateia testemunhal, nada resolveremos.
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